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Ditos e Não Ditos - By Martinha de Fátima Borba
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Cidadania à deriva!!!

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21 de fevereiro de 2022 by Marta de Fátima Borba Nenhum comentário

Cidadania à deriva!!!

A palavra cidadania tem sua origem no latim e significa civitas, que quer dizer cidade.

Usada em Roma para denominar os direitos políticos de uma pessoa. De um cidadão.

CI DA DÃO: aquele que habita um lugar denominado cidade. Habita, marca território, ocupa um determinado espaço, não apenas isso, mas deve usufruir tudo o que esse lugar oferece. Por isso, o conceito de cidadania vai além do espaço “civita”.

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“Faz escuro, mas eu canto…”

19 de janeiro de 2022 by Marta de Fátima Borba Nenhum comentário

Partiu para outro plano espiritual o poeta lutador Thiago de Mello.

Todo vestido de branco como costumava se vestir, lá vai ele em liberdade plena.

Desde que conheci sua poesia libertadora, nunca deixei de apresentá-la aos meus alunos nas aulas de literatura.

Em tempos de escuridão, nunca foi tão válida sua poesia de resistência e  de esperança.

No contexto obscuro, no qual vive a humanidade, a poesia de Thiago de Mello é um grito que ressoa:

” Faz escuro, mas eu canto

Porque amanhã vai chegar”.

É a crença de que outros tempos chegarão. Mais acalentadores. Com mais justiça social. Tempos de curas. Do corpo e da alma.

Querido poeta! Fica decretado e que de fato o decreto seja cumprido:

” Fica decretado que todos os dias da semana, inclusive as terças-feiras mais cinzentas, tem o direito a converter-se em manhãs de domingo”.

Fica decretado,a partir desde instante que, haverá janelas, e que nelas os girassóis terão o direito de

abrir-se dentro da sombra: e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro,

abertas  para o verde, onde cresce a esperança.

Pincelei esses versos do poema Estatuto do homem, para poder falar da esperança.

Esperança de novos dias, que mesmo com manhãs escuras, tenha -se a oportunidade de abrir janelas.

Esperança que haja a liberdade além das janelas.

Esperança que todos possam ser  como girassóis, sendo luz e irradiando luz.

Fica decretado, poeta, que teu canto seja sempre acalento para todas as novas manhãs.

Grata por tua vida. Muito grata pela oportunidade de acessar a sua produção literária e compartilhar com tantos jovens alunos.

Ficamos cheinhos do verde esperança. “Porque o amanhã vai chegar”.

Até breve, poeta da roupa branca!!! Poeta da paz.

 

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A era do desapego

26 de dezembro de 2021 by Marta de Fátima Borba Nenhum comentário

Lembrei, hoje, por conta da data natalina,o quarto mandamento  do catolicismo: honrar pai e mãe. Um ensinamento. Nem sempre um aprendizado.

Honra é uma palavra carregadinha de sentidos. Cheia de sentimentos. Nela cabe respeito, admiração, gratidão, reconhecimento, amizade, amor.

Aos pais cabe exercitar a honradez para que os filhos herdem sentimentos edificantes. No entanto, nem sempre é possível. Há pais que se perdem nesse ensinamento. Há filhos que fogem do aprendizado.

Escrevo sobre honrar pai e mãe, porque terapeutas da vez, os da teologia da prosperidade, propagam a máxima de que” nossos pais, avós, antepassados, todos nos passaram crenças limitantes.

Após essa afirmação, vem logo uma frase com um sentido de desculpas, mas olha era o que eles compreendiam naquele momento, é preciso ler o contexto atual. Fazer diferente. Pensar diferente.Trocar a mentalidade. Ok. Até ai tudo bem.

O ruim é que vão além. Se for preciso se afaste. Desapegue.

Claro, depois de criados. Fica fácil se afastar dos pais. Desapegar.

É a lógica do mercado: desapegar.

Desapegar foi parar nas sessões de terapia. Vale para tudo. Não acumular objetos, roupas, sapatos, bolsas….e gente. Gente!!!

De tanto desapego, há multidões vivendo na solidão.

Com tantos apelos pelo tal de desapego que a tarefa se tornou fácil.

Fácil para filhos.

Nunca para os pais.

Jamais para a mãe.

 

 

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