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Ditos e Não Ditos - By Martinha de Fátima Borba
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2020, o ano que exigiu o despertar todos os dias.

13 de novembro de 2020 by Marta de Fátima Borba Nenhum comentário

Arnaldo Antunes, poeta, compositor e cantor completou 60 anos nesse ano. EU TAMBÉM!

Ao apresentar o álbum novo em comemoração aos sessenta anos, como já tinha feito quando completou 50 anos, disse: É uma data redonda, como se cada dia fosse réveillon…

Réveillon palavra de origem francesa, é oriundo do verbo réveiller, que em português significa despertar.

Refleti sobre a fala do poeta Arnaldo. É mesmo, esse ano, foi o ano de despertar todo dia de uma forma diferente, haja vista tantos acontecimentos inéditos.

Despertar   todo dia, no sentido literal, numa situação pandêmica da covid 19 foi , e está sendo um ato heroico.

Despertar no sentido conotativo dessa ação foi maior ainda o desafio.

Entre a ciência e o pensamento negacionista teocrático, fiquei com a primeira opção. A ciência desperta.

Graças à ciência a humanidade ainda está nesse planeta. Quantas doenças letais a ciência erradicou!

Nego sim à postura necropolítica.

Nego a postura de um presidente que simplifica a vida, entre quem deve viver, quem  não deve viver.

Nego a postura de seus seguidores pseudos cristãos.

Despertar é acordar, é ver através de múltiplas lentes. Não dá para despertar sem a lente da empatia pelo o outro.

Não . Não haverá ano novo, se o despertar for somente no ato de abrir os olhos ao amanhecer e perceber que ainda respira.

Despertar é um ato de coragem . Sonho com o dia que o POVO desperte.

O que acalenta meu despertar todos os dias é saber que mesmo em situações desfavoráveis, há povos que realizaram e realizam o sonho de despertar.

DESPERTA!!!!! Ninguém solta a mão de ninguém. Vidas negras importam!!! Direitos humanos!!!

 

 

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Eleitor leitor sabe ler o “Nós” do discurso político

12 de novembro de 2020 by Marta de Fátima Borba Nenhum comentário

Estamos em tempo de eleições. Para o povo que vive sem o direito de escolher seus representantes esse período é muito mais valioso  do que para o povo que tem essa possibilidade.

Não deveria ser assim. Mas parece que a massa se acomoda numa preguiça mental.

Vota usando a parte inconsciente do cérebro.

Nesse inconsciente, guarda se verdades criadas pelas  atitudes de uma classe política nefasta à vida.

Vota se por favores. Por cabresto. Por interesse próprio. Pela tradição familiar. Vota-se por tantas razões adversas à condução da finalidade política, que é cuidar da pólis.

Votar é apenas uma vertente da democracia. Porém, fundamental para assegurar que recursos públicos sejam gestados com parcimônia. Evitando o abismo que existe entre quem tem tudo e  quem não tem nada.

Esse post faz um recorte sobre o uso do pronome NÓS no discurso político.

Assisto aos programas eleitorais e observo as narrativas criadas pelos candidatos e seus marqueteiros digitais.

“Nós vamos implementar…”  “Nós vamos criar..”  Nós faremos um projeto de inclusão..”

Qual o sujeito que ocupa de fato esse lugar marcado pelo pronome nós?

Nós podemos…nós fizemos…nós queremos…

Passei a desconfiar desse nós.

Em todas as eleições, sem exceção, os representantes de diferentes grupos, agremiações, igrejas, se apresentam. Tanto é que temos no BRASIL a bancada da bala, a bancada da Bíblia, a  bancada do agro…, por analogia, concluo que certos NÓS que aparecem nas narrativas políticas são sujeitos explicitados por esse jogo de interesses.

O  leitor e eleitor atento ao uso do pronome NÓS  não remete leitura no sentido implícito, tão somente.

Eleitor leitor consegue “materializar” quem são os sujeitos que habitam no pronome Nós do discurso político. Esse sabe que não está incluso na maioria dos Nós que se apresentam.

Eleitor leitor sabe quem de fato o representa.

Eleitor leitor conhece seus escribas. E, sabe que não ocupa lugar nesse Nós. Nem na marca gramatical de sujeito desinencial, tampouco ocupa lugar de direito nas políticas propostas.

Eleitor leitor escolhe e vota com a consciência do “Nós” de sua condição social.

Pena que haja tão pouco ELEITOR LEITOR. Assim, os algozes continuam no poder.

Entendeu o porquê de taxar impostos na venda de livros?

Para que o povo não descubra o que carrega a turma do NÓS.

 

 

 

 

 

 

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O que a vida pede para você nesse momento ?

19 de outubro de 2020 by Marta de Fátima Borba Nenhum comentário

Nesse  mês,  no mundo todo, chegamos a um milhão de pessoas mortas vítimas da covid 19. A realidade  desse momento.

Aliada a outras causas de mortes como outras doenças, acidentes de trânsito, acidentes de trabalho, assassinatos, suicídios … o planeta se renova.

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